Em 1822, Pedrinho (vulgo D. Pedro I) já previa que o dia 07 de setembro seria sinônimo de farra (ele só não imaginava o tamanho que iria ser), ai inventou um feriado pra essa data... 189 anos depois viria a Pedalada da Bodependência.
Como setembro está se apresentando um mês atípico para o Lengo-Tengo, onde os membros estão viajando, estudando, ou arrumando outra desculpa esfarrapada pra não pedalar, é preciso os membros se aliarem a outras turmas de corajosos guerreiros, para enfrentar novos desafios. E com muito sucesso tivemos a honra de pedalar junto ao
RPM.
A pedalada do Bode consiste de ir de bike da sede do RMP (casa de Walter), até a sede rural (Sítio de Mário - Tracunhaém-PE). A distância entre esses dois pontos é de 60km, passando entre ruas do Recife, rodovias, e estradas de barro. A intenção era devorar um bode (na verdade era carneiro), doado pelo Sr. Mário Júnito, pai do colega Mário Neto, e se divertir na propriedade do mesmo.
Os integrantes dessa aventura foram Alisson, André, Bergson, Givaldo, Marcelo, Mário e Walter.
A saída (que era pra ser 6hs) foi as 6:40, fazendo o seguinte roteiro:
- Rua da Lama;
- Av. Caxangá;
- Camaragibe;
- São Lourenço;
- Paudalho;
- Carpina;
- Tracunhaém;
- + 7km de estrada de terra;
- Sítio de Mário;
Os primeiros quilômetros foram bastante tranquilos, com pouco trãnsito devido ao feriado. Fizemos uma parada num posto, para reabastecer os reservatórios (água e cerveja). Após a saída de São Lourenço (20km) surgiu o primeiro obstáculo, 3km subindo uma ladeira. Houve uma queda na velocidade média da equipe (20km/h para 5km/h), mas obstáculo vencido com sucesso. Com direito a segunda parada, regada a bastante água de coco, e caldo de cana.
Próximo a Paudalho, tinha uma ladeira de aproximadamente 2km, mas pra nossa sorte, era descendo. Muito bom pra quem quisesse testar a velocidade da sua bike. Todo mundo ficou animado, mas esqueceram que mais a frente tinha outra ladeira... subindo. Pura que Partiu... quase o pessoal desiste após essa barreira. Nossa sorte foi o Sr. Mário, em grande ato de generosidade, ter vindo ao nosso encontro, trazendo caldinho e cervejas para nos reabastecer. Mais uma parada (por sinal, a mais animada).
Todos montados na sua bike novamente, seguimos para a parte final do trajeto. Agora por estrada de barro. Nesse ponto já tinha cara pedindo pra morrer, pedindo reboque, empurrando as bikes... Mesmo assim, chegaram vivos ao destino.
E como "Depois da tempestade vem a bonança", podemos finalmente saborear o motivo da festa, o Bode. Todos pareciam famintos, comendo guizado, sarapatel, caldinho, bisteca, costela, buchada, etc. Um verdadeiro banquete. E lógico, tinha cerveja pra esse povo. Durante a tarde enquanto uns dormiam, outros foram pescar, o que rendeu vários contos e causos. O regresso foi a noite, numa Van, porque ninguém aguentava pedalar mais.
Missão Cumprida, e que venha a próxima.
Agradecimentos especiais; Ao Sr. Mário (Lourinho) e Lady Loura, Luiza, Sophia e Dona Zila.
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Equipe aquecendo os motores para sair, da esquerda pra direita:
Bergson, André, Walter, Alisson, Givaldo, Marcelo e Mário
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| Rio Capibaribe - Paudalho |
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| Todos pedalando |
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| Salvos pelo Sr. Mário (cerveja e caldinho pro povo) |
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| Enquanto uns pedalam... |
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| ...outros são rebocados. |
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| os anfitriões |
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| bikes também descansam... |
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| Entrada da propriedade |
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| Bode (carneiro) antes... |
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| ...bode depois... |
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| bode depois! |
Dukaralho!
ResponderExcluirInfelizmente não pude comparecer mas é formidável essa integração entre o Lengo Tengo e o RPM!
à luta pessoal!