segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Acelerando o rítmo ( Lengo-Tengo + RPM + Pedal Club)

Esses matutos amadores do pedal estão ficando mais afoitos... Com pouco mais de um mês da fundação do Lengo-Tengo, inventaram de acelerar o ritmo da pedalada na terça, 21 de setembro de 2010. Para isto se uniram aos membros do RPM para pedalar com a turma do Pedal Club.
A equipe LengoTenguiana estava desfalcada (a presidenta tava de férias, e o diretor paisagístico foi buscar recursos em Brasília), sobraram então os irmãos Braynner - Leonardo e Eduardo - e André Barboza. Junto com dois integrantes do RPM, Alisson Goes e Givaldo Braz), e foram encarar a pedalada do Pedal Club que tem o rítmo bem mais puxado que o CicloAdventure.
O percurso é aproximadamente de 42km, com velocidade média de 21km por hora, saindo do Bugaloo as terças-feiras. O pessoal do Pedal Club foi bastante receptivo, principalmente Odilon já é amigo do povo.
O passeio saiu do Bugaloo, seguindo pela Torre, Avenida do Forte, cruzando a Abidias de Carvalho.
Neste ponto tivemos o primeiro contra-tempo, pit-stop para calibrar os pneus. A bicicleta de André estava com 8 libras, e por milagre, não foi embora a câmara-de-ar. Realizada a parada, seguimos por San Martin, Areias, pegando a Avenida Recife. Neste ponto alguns membros já apresentavam sinais de exaustão física. Chegando nas proximidades da Imbiribeira houve a primeira desistência, Eduardo se dirigiu para sua casa, abandonando a aventura.
Os outros seguiram em direção ao aeroporto, parando num posto para descanso. O RPM Givaldo Braz também estava exausto, que necessitou abortar o percurso. Ele bravamente pedalou do Aeroporto ao Recanto Paraibano, solitariamente, às 21:30 da noite. Esse realmente é um guerreiro, um dia, todos terão tanta coragem quanto ele. :)
Os demais, continuaram no ritmo forte do Pedal CLub. Passando pela avenida Boa Viagem, Agamenon Magalhães, Recife Antigo, Santo Amaro...
Próximo ao Espinheiro, aconteceu o evento mais trágico/cômico do percurso...
André Barboza abastalhou-se, inventou de olhar pra trás, e colidiu com uma árvore que estava estacionada em local proibido... Resultado: Joelho, ombro e cara danificados, mas por muita sorte, a bike ficou intacta. Depois que cessaram as risadas, o grupo seguiu o percurso para o bugaloo.
Todos participantes estão de parabéns, e se preparando para a próxima.


Lengo-Tengo e RPM na página do Pedal Club

domingo, 12 de setembro de 2010

Desbravando as matas (quase) virgens de Brennand

Como os integrantes do Lengo-Tengo tem raízes no interior do estado, já estava mais do que na hora dos membros se aventurarem mata a dentro, vendo estradas de terra, pontes, riachos, animais, etc.... O problema é que numa cidade como Recife, roteiros com essas características são raros, mas, pra nossa sorte, ainda existem.
Uma trilha bastante conhecida é pela Matas de Brennand, então o Lengo-Tengo foi lá conferir....
Depois de uma semana bastante conturbada para o planejamento, de membros que iam, e depois não iam mais(devido a trabalho, estudos, parada da biodiversidade, etc), sobraram três guerreiros LengoTenguianos para encarar o desafio. Eduardo, Olavo e André.
O combinado era sair as 6:30 da manhã, mas como todo brasileiro que se presa, atrasaram um pouquinho... As 9hs em ponto, estavamos saindo da casa de Olavo. Seguimos pela 17 de agosto, em direção a Dois Unidos. Trecho calmo, sem grandes desafios, apropriado pra aquecimento. Passamos pela UFRPE, Caxangá, e fomos pra Camaragibe, nesse ponto começa  a aventura....
Seguimos por uma estrada de calçamento, subindo algumas ladeiras, passando pelo meio de uma típica feira do interior. Mais a frente a terra toma o lugar do calçamento. Foram 5 minutos de descanso, beber água, e começar a trilha pela mata...
O caminho é 80% do percurso em descida, com bastante lama e o caminho só cabe uma bicicleta.... Perfeito para Moutain Bike. Começamos a decida com um pouco de receio, mas logo nos adaptamos ao percurso, e aproveitamos bastante. Tiveram algumas ameaças de queda, mas até esse momento, seguramos bem as bikes.
 Tinha uma ponte de coqueiros, estreita, coisa que dificilmente se vê no Recife, paramos para registrar em fotos. Um pouco mais a frente, tivemos o primeiro acidente, Eduardo numa tentativa mal-sucedida de ultrapassagem sobre Olavo, foi parar no meio do mato. Paramos para rir, e ajudar. Nada grave, seguimos em frente.
Após mais algumas descidas,chegamos a oficina de Brennand. Um lugar bem turístico, com várias paisagens e estátuas. Após um pouco de descanso, Olavo seria o protagonista do 2 acidente do dia. Brincando de bike, testando o freio da frente, acaobou perdendo o ponto de equilíbrio, e passando direto. Resultado, mais risos, algusn arranhões e uma bike avariada (mas deu pra terminar o percurso). Acabou o trecho rural, voltamos a paisagem urbana, em direção ao bar Arre Égua, vizinho a UFPE, para tomar algumas cervejas e almoçar. Lá encontramos dois futuros membros do Lengo-Tengo, Luquinhas e Glaúrea, que se empolgaram com nossas aventuras, e prometeram em breve se unir ao grupo.
Cervejas tomadas, barrigas cheias, hora de regressar, e se preparar pro próximo desafio.

Preparando para a saída
Açude de Apipucos
Pausa no mercado de camaragibe
Eduardo exibindo seu (des)preparo físico (É pressão!)
Início da estrada de terra
Pausa para descanso na mata
Trecho de mata a seguir
Lá vamos nos
No meio do caminho, tinha uma pedra.
Tinha uma pedra, no meio do caminho
Nós e a pedra
Ponte nativa
Trienando o equilíbrio da bike
ela passou no teste
Primeiro aciednte- Eduardo voando para o mato (a bike ficou ilesa).
Olavo e a cruz
Estatuas de Brennand
Segundo acidente- a bike não saiu ilesa :(
Pose pra foto
Mais poses
Eduardo conseguiu atolar a bicicleta
hummmmmmm........
Glaurea e Lukinhas, futuros sócios Lengo-Tengo

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Pedalada da Bodependência

Em 1822, Pedrinho (vulgo D. Pedro I) já previa que o dia 07 de setembro seria sinônimo de farra (ele só não imaginava o tamanho que iria ser), ai inventou um feriado pra essa data... 189 anos depois viria a Pedalada da Bodependência.
Como setembro está se apresentando um mês atípico para o Lengo-Tengo, onde os membros estão viajando, estudando, ou arrumando outra desculpa esfarrapada pra não pedalar, é preciso os membros se aliarem a outras turmas de corajosos guerreiros, para enfrentar novos desafios. E com muito sucesso tivemos a honra de pedalar junto ao RPM.
A pedalada do Bode consiste de ir de bike da sede do RMP (casa de Walter), até a sede rural (Sítio de Mário - Tracunhaém-PE). A distância entre esses dois pontos é de 60km, passando entre ruas do Recife, rodovias, e estradas de barro. A intenção era devorar um bode (na verdade era carneiro), doado pelo Sr. Mário Júnito, pai  do colega Mário Neto, e se divertir na propriedade do mesmo.
Os integrantes dessa aventura foram Alisson, André, Bergson, Givaldo, Marcelo, Mário e Walter.
A saída (que era pra ser 6hs) foi as 6:40, fazendo o seguinte roteiro:
  • Rua da Lama;
  • Av. Caxangá;
  • Camaragibe;
  • São Lourenço;
  • Paudalho;
  • Carpina;
  • Tracunhaém;
  • + 7km de estrada de terra;
  • Sítio de Mário;
Os primeiros quilômetros foram bastante tranquilos, com pouco trãnsito devido ao feriado. Fizemos uma parada num posto, para reabastecer os reservatórios (água e cerveja). Após a saída de São Lourenço (20km) surgiu o primeiro obstáculo, 3km subindo uma ladeira. Houve uma queda na velocidade média da equipe (20km/h para 5km/h), mas obstáculo vencido com sucesso. Com direito a segunda parada, regada a bastante água de coco, e caldo de cana.
 Próximo a Paudalho, tinha uma ladeira de aproximadamente 2km, mas pra nossa sorte, era descendo. Muito bom pra quem quisesse testar a velocidade da sua bike. Todo mundo ficou animado, mas esqueceram que mais a frente tinha outra ladeira... subindo. Pura que Partiu... quase o pessoal desiste após essa barreira. Nossa sorte foi o Sr. Mário, em grande ato de generosidade, ter vindo ao nosso encontro, trazendo caldinho e cervejas para nos reabastecer. Mais uma parada (por sinal, a mais animada).
 Todos montados na sua bike novamente, seguimos para a parte final do trajeto. Agora por estrada de barro. Nesse ponto já tinha cara pedindo pra morrer, pedindo reboque, empurrando as bikes... Mesmo assim, chegaram vivos ao destino.
 E como "Depois da tempestade vem a bonança", podemos finalmente saborear o motivo da festa, o Bode. Todos pareciam famintos, comendo guizado, sarapatel, caldinho, bisteca, costela, buchada, etc. Um verdadeiro banquete. E lógico, tinha cerveja pra esse povo. Durante a tarde enquanto uns dormiam, outros foram pescar, o que rendeu vários contos e causos. O regresso foi a noite, numa Van, porque ninguém aguentava pedalar mais.
Missão Cumprida, e que venha a próxima.

Agradecimentos especiais; Ao Sr. Mário (Lourinho) e Lady Loura, Luiza, Sophia e Dona Zila.

Equipe aquecendo os motores para sair, da esquerda pra direita:
Bergson, André, Walter, Alisson, Givaldo, Marcelo e Mário

Rio Capibaribe - Paudalho
Todos pedalando


Salvos pelo Sr. Mário (cerveja e caldinho pro povo)

Enquanto uns pedalam...
...outros são rebocados.
os anfitriões
bikes também descansam...
Entrada da propriedade
Bode (carneiro) antes...
...bode depois...
bode depois!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Lengo Tengo da Independência


LengoTenguiano é assim, quando acorda domingo e nada normalmente de interessante a se fazer, resolve pegar a bike e sair para as ruas!

Como os companheiros lengotenguianos estavam a viajar, não me contive e fui sozinho mesmo!

Como era véspera da Independência, resolvi ir independente mesmo! Sozinho!


Roteiro seguido:

  • Av. 17 de agosto;
  • Rui Barbosa;
  • Real da Torre;
  • Rua Cosme Viana;
  • Imbiribeira (paralela);
  • Boa Viagem
  • Av. Boa Viagem
  • Parque Dona Lindú
Foi aí que resolvi ver o futuro membro do nosso grupo, o LengoTenguiano Mascote Arthur Alexandrino (o meu guri).














Meu filhote quis porque quis ir andar de bike, colocou o capacete, quis ficar com minhas luvas, quis tirar as lanternas da bike, quis esvaziar os pneus, quis tirar as correntes da bike, obrigou-me a ficar com a bike empinada meia hora e vendo a roda girar! Depois de muito esforço consegui convencê-lo que ainda não era o momento e ele teve que se contentar em brincar com o meu capacete!

Voltando pela ciclovia da Av. Boa Viagem notei uma coisa não tão agradável!

"Ninguém" respeita a ciclovia!

  • Quase atropelo umas 3 pessoas, e quase me atropelam na ciclovia!
  • Dezenas de pessoas fazem cooper na ciclovia pensando que elas foram feitas para tal!
  • Tive que parar a bicicleta várias vezes para não bater ou ser atropelado por eles!
  • Centenas de pessoas não percebem que por ali passam bicicletas e não se preocupam em verificar se vem ou não bikes!
  • Uma moto entrou do NADA e quase me pegou! Com certeza o motociclista não imagina que por ali passa uma bicicleta!
  • Ás vezes você não sabe se estar numa ciclovia ou se na calçada ou na rua! É impressionante!
Moral: Mantenha toda a atenção! Assim como no trânsito rodoviário recifense, onde os motoristas não se respeitam, no cicloviário os pedestres também não.

Problemas à parte, roteiro de volta:

  • Av. Boa Viagem
  • Pina
  • Cais José Estelita
  • Recife Antigo
  • Bairro de São José
  • Boa Vista
  • João de Barros
  • Rosa e Silva
  • e Casa Forte
e 3,5 horas depois voltava !

Acredito que foi aproximadamente uns 35 pra 40 km!

Galera, domingo tem mais!